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A Web e o HTML: Passado, presente e futuro (Parte 3)

15 de janeiro de 2008 às 11:57 | Lucas Petes | , , , , , , , , , ,

Bom, depois de ficar muito tempo sem postar (perdão!) e de assistir 2001: Uma Odisséia no Espaço, o que me deixará afetado por algumas semanas, retomo este post.

O HTML foi criado como um meio de troca de documentos (científicos) entre máquinas e sistemas diferentes, usando o protocolo HTTP. Quem um dia já teve a oportunidade de escrever um documento científico sabe que ele é constituído de diversos elementos (titulo, resumo, autores, bibliografia, referências, etc.) que geralmente se repetem ou são obrigatórios/necessários. Com essa estrutura ‘previsível’, levantar e implementar as tags HTML necessárias para formatar tais documentos provavelmente não foi uma tarefa das mais difíceis. Além disso, diversas tags o HTML já herdava do SGML.

… mas a Web cresceu. Foi aberta para o mundo, para todos. E aí? Nem só de documentos científicos vivia essa Web.

Pois bem. Os browsers cresceram e apareceram com a Web. Mosaic, Netscape, Internet Explorer.

- Como colocar ‘tal’ texto em ‘tal’ lugar? Como criar colunas, barras, etc?
- Tipo um jornal?
- É! Tipo um jornal!
- Ora! Com tabelas!

Com tabelas, por favor!

As tabelas foram incluídas na especificação do HTML 3, em 1995. Daí pra frente, além de carregarem consigo dados tabulares, as tabelas serviam de grid para as páginas. E assim foi até uns dias atrás.

A proposta do CSS1 veio no mesmo ano, em novembro. A Microsoft adotou a idéia e prometeu implementar no recém-lançado Internet Explorer

Vale lembrar que desde 1993 havia na lista www-talk a idéia de uma folha de estilos pra HTML. Nada ainda em ‘cascata’. Veja a proposta do pessoal da O’Reilly:

@H1 fo(fa=he,si=32,we=bo) ve(be=1,af=2)

que equivale a:

h1 {
  font-family: sans-serif;
  font-size: 32pt;
  font-weight: 900;
  padding-top: 1em;
  padding-bottom: 2em;
}

Daí em diante, muita água passou por debaixo da ponte. A web crescia mais e mais. Novas possibilidades surgiam: e-commerce, leilões, chats, comunidades, enormes portais, web apps. Os browsers – claro, principalmente o eixo IE-Netscape – implementavam novas tags e outras tecnologias deliberadamente, levados pelo mercado e na tentativa de ganhar novos adeptos, tanto o usuário final quanto o desenvolvedor. Site compatível com IE nem sempre era com o Netscape e vice-versa.

A especificações do HTML4 e do CSS2 foram liberadas em 1998. Também em 1998, foi fundado o WaSP, o projeto Mozilla e foram iniciados os rascunhos do que viria a ser o XHTML.

E o vento começou a virar

Pequenos e grandes movimentos deram início ao trabalho de evangelização dos webstandards. A tecnologia disponível e a maioria dos browsers em uso já suportava o “pleno” uso de HTML/CSS para a construção de quaisquer tipos de site sem o uso, por exemplo, de tabelas como grid ou da tag <font>.

Como antes “HTML não era importante”, era “coisa pra browser entender” e era “uma bagunça de tag com trilhões de <td>”, nem todo ‘profissional’ web entendia HTML – o negócio era editor WYSIWYG. Macromedia Dreamweaver, Microsoft FrontPage, Netscape Composer, Adobe GoLive! e tantos outros eram ferramentas essenciais. Até concordo. Criar inúmeras estruturas de tabelas aninhadas na unha nunca foi tarefa das mais fáceis. Pior ainda era entender aquilo depois. No entanto, o movimento dos webstandards pregava uma coisa que essas ferramentas ainda não faziam no modo visual – e não fazem direito até hoje. Talvez por isso a migração para os padrões tenha sido tão lenta: a longa curva de aprendizado dos profissionais que até então dominavam o mercado e a demora para a evolução das ferramentas.

Do início dos anos 2000 pra cá, a adoção dos webstandards cresceu exponencialmente. Quem até então relutava em fazer da web um mundo melhor foi convencido pelo bolso (redução de custos e tempo de implementação e manutenção), pela equipe (programador nenhum gosta de trabalhar em um mar de <td>), ou pelo Google (conteúdo relevante como ele deve ser). Ah, sem falar que agências e profissionais anunciavam webstandards como diferencial competitivo – o que de fato era. Como a concorrência não quer nunca ficar pra trás, fizeram a lição de casa.

O XHTML foi liberado em 2000, como uma substituição/evolução do HTML 4. Hoje provavelmente seja a especificação mais usada para a escrita de novos documentos, mais por conta das melhorias de sintaxe em relação do HTML 4 do que pela abordagem do seu uso como documento XML. O futuro proposto pela W3C para o XHTML foi visto por Apple, Mozilla e Opera como um distanciamento da realidade e das necessidades dos autores dos documentos da web. Por conta disso, formaram o WHATWG, com foco principal na construção da especificação do Web Applications 1.0 (aka HTML 5).

No próximo post (provavelmente o último), as mudanças nas sintaxes de HTML4 e XHTML para HTML 5.

Ref: http://virtuelvis.com/archives/2005/01/css-history – História do CSS, principalmente quanto às sintaxes propostas

A Web e o HTML: Passado, presente e futuro (Parte 2)

25 de dezembro de 2007 às 12:20 | Lucas Petes | , , , , , , , , , ,

1993

  • a tag img é sugerida pelo time de desenvolvimento do Mosaic;
  • o Mosaic é lançado para o ambiente gráfico X e depois para Windows e Macintosh;

1994

  • Maio – Primeira World Wide Web Conference, organizada pelo CERN. Foi chamada de “a Woodstock da Web”, com 400 usuários e desenvolvedores;
    A Spyglass Inc. compra os direitos comerciais do Mosaic;
  • Julho – Sai a especificação do HTML 2;
  • Novembro – Nasce o Netscape, browser de uso extremamente simples – vale lembrar que praticamente todos os browsers de hoje seguem a estrutura visual do Netscape. Por conta da ‘necessidade’, criaram diversas tags arbitrariamente. Dificilmente apareciam nas grandes conferências da WWW e pareciam dirigir o padrão HTML. O Mozilla (contração de Mosaic Killer), um lagarto verde, era o mascote da empresa e era encontrado nas páginas do website. Aqui, o e-mail de lançamento do Netscape;
  • Final do Ano – É formada a W3C – World Wide Web Consortium, chefiada por Tim Berners-Lee;
  • Em algum ponto de 1994 – Início do projeto Opera, como pesquisa na Telenor, maior empresa norueguesa de telecomunicações;

1995

  • Início do ano – Novas tags surgem, rascunho do HTML 3 é liberado e a linguagem ganha especificação para tabelas;
  • Agosto – O Internet Explorer é anunciado, baseado em um licenciamento do Spyglass Mosaic. ActiveX seria o diferencial;
  • Setembro – Netscape propõe os frames;
  • Novembro – Internet Explorer é lançado para Win NT e 95;
    CSS é proposto e Microsoft promete implementação no IE;
    Rascunho da internacionalização do HTML, com suporte a diferentes alfabetos e sets de caracteres;
  • Em algum ponto de 1995 – Projeto Opera se torna uma empresa separada, a Opera Software ASA;

1996

  • Abril - W3C inicia rascunhos de padronização de scripting;
  • Julho – IE 3.1 é lançado para Mac e Windows 3.1;
  • Dezembro – Início dos trabalhos no projeto codinome Cougar, que viria a ser o HTML4;

1997

  • Janeiro – Especificação do HTML 3.2 (wilbur) é liberada, como um grande acordo entre os players do mercado. A especificação já inclui applets, tables, float de textos em torno de imagens, sobrescritos e subescritos;

1998

  • Fevereiro – Netscape libera o código do Netscape Communicator 5, em fase de projeto. Cria o mozilla.org, pra organizar o desenvolvimento;
  • 2° trimestre – HTML 4 (Cougar) é liberado como recomendação da W3C;
  • Outubro – Código do Netscape 5 é considerado sem futuro e é descartado. O “Mozilla” começa a ser reescrito do zero, tendo como meta o suporte aos padrões HTML4, XML, DOM e CSS1;
  • NovembroAOL compra Netscape. Daí em diante, todos os releases do Netscape seriam baseados no Mozilla;
  • Dezembro – W3C libera rascunho de ‘reformulação do HTML em XML’ – codinome Voyager – que viria a ser o XHTML;
  • Em algum ponto de 1998 – Fundado o WaSP: Web Standards Project. Aqui, a missão inicial do projeto.

2000

  • Janeiro – XHTML 1.0 passa a ser Recomendação da W3C;
  • Março – estouro da bolha da internet;
  • Em algum ponto de 2000 – Lançado o Opera Mobile;

2001

  • Maio – XHTML 1.1 passa a ser Recomendação da W3C;
  • Agosto – Lançado o Microsoft Internet Explorer 6;

2002

  • Setembro – Release do Phoenix 0.1, versão independente do Mozilla Navigator (futuro Firefox);

2003

2004

  • Fevereiro – Mozilla Firebird é rebatizado como Mozilla Firefox;
  • Novembro – Lançado o Mozilla Firefox 1.0;
  • Em algum ponto de 2004 – Após um workshop da W3C, Apple, Mozilla e Opera, insatisfeitos com os rumos que a W3C estava dando ao XHTML/HTML (se distanciando das reais necessidades dos autores), fundaram o WHATWG. O HTML 5 (Web Applications 1.0) é o principal foco do WHATWG e também do novo W3C HTML Working Group;

2005

  • Outubro - Firefox bate a marca de 100 milhões de downloads;
  • Em algum ponto de 2005 – A Mozilla Corporation é criada (mozilla.com);
    Criação dos Microformatos, projeto que visa adicionar mais semântica ao código HTML (machine understandable).

2006

  • Outubro – Lançado o Microsoft Internet Explorer 7;
  • Em algum ponto de 2006 – Lançado o Opera Mini, em Java, para celulares;
    Opera lançado para Nintendo DS e Wii.

2007

  • Junho – Opera Mini 4 é lançado;
    Versão beta do Safari para Windows é lançada;
  • Dezembro – Internet Explorer 8, ainda em desenvolvimento, passa no teste Acid2, do WaSP. Até então, somente o Opera 9.2 havia passado.

2008

  • Início do ano (esperado) – Lançamento do Mozilla Firefox 3, Opera 9.5 e beta do IE8;

No próximo post, o uso do HTML ao longo dos anos pelos desenvolvedores.

Fonte:

http://www.w3.org/People/Raggett/book4/ch02.html
http://br.mozdev.org/sobre/crono/
http://www.eskimo.com/~bloo/indexdot/history/html.htm

Livres das plataformas

26 de novembro de 2007 às 14:54 | Lucas Petes | , , , , , , , , , , ,

Não, o título não se refere às sandálias femininas. Estamos falando de uma inclinação do mercado para o fim das aplicações desenvolvidas para uma única plataforma, seja ela Windows, Linux ou o PS3 que você vai comprar no (próximo) Natal. Estamos falando do desprendimento dos softwares e dos seus produtores de certas parcerias um dia lucrativas, mas que hoje só fazem reduzir o mercado de atuação da empresa – inutilmente.

Se um dia foi ‘vantajoso’ desenvolver sites e sistemas que rodassem somente no IE, está claro que hoje não é mais. O Firefox engoliu parte do seu share no Windows, o Safari no Mac cresceu e apareceu e o Opera é lider pra mobiles (cada vez mais usados para navegação na web convencional. esqueça WAP. Ainda não vi também muito sentindo no .mobi*) e não-PCs – e diga-se de passagem que ele é o browser principal do Michel. Não era uma questão de ‘adivinhar’ que o mercado se comportaria dessa maneira. Esse sempre foi um fator que deveria ter sido considerado: não produzir material somente para o grande player do momento, ainda mais na existência de bons padrões.

Se a utilização do Linux vem crescendo tanto e os Macs têm vendido como nunca, por que fazer um software por exemplo, de ‘edição de imagens’, só para Windows (pior ainda se for utilizando uma ferramenta proprietária só para Windows)? Talvez o produto tenha mais chances de sucesso em outro OS pela falta de bons concorrentes, pelo perfil do usuário ou qualquer que seja o motivo, e você nunca descobrirá. É muito mais fácil ter o reconhecimento dos usuários do Linux que é carente de softwares gráficos por um bom software produzido, do que dos usuários Windows. As ferramentas estão aí. Basta usar.

Já nos consoles, a história é um pouco diferente. Cada plataforma tem suas peculiaridades e especificidades. Poder diferente de hardware, outros controles, outras interações. A EA produz hoje jogos para 14 plataformas diferentes e sinaliza que o ideal seria algo como uma set-top box, onde os jogos seriam baixados pela internet, em uma plataforma única. O resultado? Jogos mais baratos, aumento no número de títulos, maior concorrência entre as produtoras, menos dinheiro gasto somente para portar um mesmo jogo entre várias plataformas, etc. Todos ganham.(1)

A briga das plataformas para o mercado de dispositivos móveis é cada vez mais acirrada, principalmente entre os smartphones. Vale citar aqui o prêmio oferecido pelo Google como incentivo ao desenvolvimento de aplicativos para o Android, que é livre e fruto da Open Handset Alliance, que têm como membros empresas como a LG, Motorola, Intel, nVidia, HTC, Qualcomm e várias grandes operadoras.

* O .mobi foi bem usado recentemente para a venda de “automobile” :)

(1)Fonte: MeioBit

update: o KDE4 deve rodar em Linux, MacOS e Windows.

Pra não dizer que eu não falei dos browsers

16 de novembro de 2007 às 07:59 | Lucas Petes | , , , , ,

A intenção deste post é simples: um simples panorama dos principais browsers do mercado e outros que merecem relevância. O que são, onde estavam, para onde vão ou para onde já estão indo.

Internet Explorer

Após o lançamento da versão 7, o time de desenvolvimento do ‘browser’ vem trabalhando em melhorias no suporte e atualização de controles ActiveX e plugins. Atualmente, por exemplo, é necessário ‘ativar’ um flash colocado em uma página manualmente, com um clique. Diziam que era tudo uma questão de segurança, por conta de possíveis objetos mal-intencionados. O último post do blog do IE traz a informação de que isto não será mais necessário após a atualização de abril/08. Além desse tipo de trabalho, estão sendo lançadas atualizações de segurança bimestrais.

É certo que o lançamento do IE7 foi um passo importante para o browser, por conta do melhor suporte aos webstandards e a incorporação de tecnologias já presentes no contidiano de muitos, como os feeds RSS e a navegação por abas. No entanto, tais implementações ainda deixam o IE substancialmente inferior aos navegadores Gecko/Firefox, WebKit/Safari e Opera, para citar os principais. Além disso, os hacks usados para compatibilizar os sites com o IE6 não funcionam na atual versão, abrindo uma brecha e jogando vários sites na seguinte situação: funcionam em Gecko, Webkit, Opera, IE6 e “quebram” no IE7.

Firefox

Nos últimos meses diversas atualizações foram lançadas. Saiu a versão 2.0.0.6, 2.0.0.7… ‘.8′ e ‘.9′, com correções de bugs críticos, em sua maioria. O browser tem caminhado bem, ganhado popularidade e se tornando conhecido. Muitos não o usam por preferirem outro browser (50% dos que instalam não aderem), e não por desconhecerem sua existência. O browser infelizmente vem perdendo alguma força no crescimento do share, mas ainda assim acumula quase 450 milhões de downloads e na Europa tem algo como 25-30% de mercado. Constantemente o Firefox consegue certo buzz com o lançamento de novas ações promocionais, como o Firefox Flicks e o Operation Firefox, anunciada recentemente.

Pra mim o Firefox continua sendo o melhor navegador para quem desenvolve para a web, por conta das infinitas ferramentas disponíveis para esse público por meio de extensões, estas que acredito que sejam o seu principal diferencial. Como ponto fraco, pontuo o altíssimo memory leak – me assusto às vezes quando vejo coisas como 240mb de RAM usados.

Obs: Gecko 1.9 e Firefox 3 já estão quase saindo do forno. Prometo um post sobre isso.

Opera

Provavelmente, o melhor navegador para uso geral. É verdadeiramente rápido, suporta muito, pra não dizer quase tudo das especificações da W3C, tem pequenos softwares embutidos (para torrent, mouse gestures, voz, etc.) que melhoram a experiência da navegação e além de tudo é um browser seguro.

Aparentemente, o setor comercial do pessoal do Opera é tão bom quanto o de desenvolvimento. A empresa é lider de mercado para mobiles e outros dispositivos não-PC, principalmente por conta das instalações OEM. Talvez viram que não conseguiriam vencer a guerra de um lado e investiram em outro. De celularzinho com suporte a Java a Nintendo Wii, lá está ele.

Como principais pontos fracos, fica a falta de suporte a extensões como as do Firefox, a “quebra” de alguns sites exibidos – não por culpa dele, mas dos desenvolvedores “para IE”, mas que são mais tolerados no Firefox, por exemplo – e o fato de não ser um software livre. Não que todos os outros sejam, não que isso seja uma obrigação. Mas provavelmente o Opera ganharia maior atenção da comunidade, pessoas envolvidas, buzz constante, etc.

Parafraseando o Carlos Cardoso, é uma pena que o Opera seja o melhor browser que ninguém usa.

Safari

Tem melhorado consistentemente a cada versão. O Webkit, sua engine, tem melhorado muito na estabilidade e no suporte dos webstandards, fazendo do Safari um browser robusto, de boa performance e altamente competitivo. É o browser do iPhone, roda em Windows desde o meio deste ano e saiu versão nova no Mac OS X Leopard.

… por fim, mas não menos importantes:

Flock

É baseado no Firefox e suporta a maioria das extensões e temas do irmão mais velho. Falando em tema, o default do Flock é belíssimo. É um browser que talvez tenha como palavra-chave a socialização, bem “web 2.0″ mesmo. Possui integração com Flickr, blogs, micro-blogs, Youtube, del.icio.us, redes sociais e outros serviços mais usados, integrando as pessoas, serviços e o conteúdo produzido por elas. É um tanto quanto complicado explicar sem visitar o site do browser :)

Konqueror

Uma curta história: O Konqueror é um navegador que utiliza como engine o KHTML (engine livre). O Safari, da Apple, foi construído com base no KHTML e uma série de outras modificações e incrementos. Pois bem, o resultado disso foi o Webkit, que equipará o Konqueror em breve :)

Quem suporta o quê?

Comparação do suporte a HTML e CSS de IE 6, IE 7, Firefox 2 e Opera 9:

O Acid2 é uma página de teste para os navegadores e seu suporte aos webstandards. É bastante conhecida entre os desenvolvedores.